terça-feira, 19 de maio de 2020

Volta Redonda tem primeiro bebê morto por Covid-19


Município tem 1.725 casos notificados como suspeitos

VOLTA REDONDA - Na tarde desta segunda-feira, dia 18, os dados sobre o novo coronavírus foram atualizados, através de uma transmissão ao vivo, nas redes sociais, pelo Prefeito Samuca Silva e o Secretário Municipal de Saúde, Alfredo Peixoto.

Mais uma morte foi registrada em Volta Redonda e agora a vítima do novo coronavírus foi um bebê recém-nascido. O prefeito explicou que anteriormente foi divulgado o número de 23 óbitos, mas duas mortes foram reclassificadas porque as vítimas eram de outras cidades, Pinheiral e Barra do Piraí. Sendo assim, os registros foram direcionados para os respectivos municípios. Portanto, atualmente a cidade possui 22 mortes devido à covid-19.

De acordo com as informações divulgadas, os casos confirmados da doença são 697 e 1.725 foram notificados como suspeitos. Existem na cidade, 563 pessoas que podem ser consideradas curadas.

Entre os eixos de monitoramento do avanço do vírus, que são condicionantes para atividades econômicas continuarem, a cidade permanece dentro dos limites.

Os seis eixos de monitoramento são: o número de casos suspeitos não poderá aumentar em 5% por dois dias seguidos (hoje o aumento foi de 1,95%); A ocupação de leitos no CTI não ultrapassar 50% (estando com 31% de ocupação hoje). A ocupação de leitos no Hospital de Campanha não ultrapassar 60% (permanecem em 5,26); O grupo de risco permanecer em isolamento social; Uso de máscara obrigatório nas ruas; Além de manter a proibição de qualquer tipo de aglomeração.

“Infelizmente no final de semana nós tivemos muitos pontos de aglomeração. E isso não pode acontecer. A flexibilização das atividades só é possível se as pessoas forem às ruas apenas em caso de necessidade. Enquanto várias cidades falam em fechamento total, nós falamos em flexibilização. Mas isso só é possível se todos fizerem suas partes. E, claro, monitorando o avanço do vírus e a capacidade de atendimento”, disse Samuca.

Via: O Dia

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