
Local acompanhou a flexibilização para reabertura do comércio
VOLTA REDONDA - O Novo Restaurante Popular de Volta Redonda voltou a atender os clientes no sistema de buffet depois de cerca de dois meses servindo refeições em marmitex por conta da pandemia da covid-19. A flexibilização das atividades econômicas permitiu que o serviço retornasse dentro das normas de segurança para evitar o contágio pelo novo coronavírus.
No restaurante, os funcionários utilizam máscaras e seguem as orientações de higiene: distanciamento social, limitando a permanência de clientes no salão em 30% da capacidade, cerca de 70 pessoas; o local disponibiliza álcool (em gel e 70%) para usuários; e também demarcou espaçamento de um metro e meio para evitar aglomeração em caso de filas.
Por conta da época do ano, o espaço está decorado em alusão ao período das Festas Juninas e o cardápio também inclui guloseimas tradicionais da época. Nesta terça-feira, dia 16, por exemplo, a sobremesa foi doce de amendoim. Durante a semana, ainda serão servidos cubos suínos, na quarta; carne moída à mineira, na quinta; e feijoada na sexta-feira.
Os cardápios são elaborados pela empresa prestadora de serviço e enviados para aprovação de nutricionistas ligadas à Secretaria Municipal de Ação Comunitária (Smac). A cada dia devem ser preparados dois tipos de salada, um prato proteico (tendo opção ovo ou isca de fígado apenas nos dias em que a preparação proteica seja suína ou pescado), uma guarnição (como macarrão, polenta, farofa), dois acompanhamentos (arroz e feijão), além de suco e sobremesa.
O Restaurante Popular fica na Avenida da Integração, no bairro Aterrado, em dias úteis, respeitando o calendário da prefeitura de Volta Redonda. O local serve 600 cafés da manhã, entre 7h e 9h30, a R$ 1,50; e 1,5 mil almoços, das 10h30 até 14h30 ou até esgotarem o número de refeições, por R$ 3,50. Nesta semana, a equipe de funcionários preparou uma surpresa para o retorno dos clientes.
Segundo o prefeito Samuca Silva, o Restaurante Popular tem papel fundamental na garantia da segurança alimentar da população.
“Servimos comida saudável a custo baixo. Esta relação se torna ainda mais importante em tempos de restrição pela pandemia da covid-19, quando houve queda da renda familiar. Nos adaptamos ao fornecimento de marmitex para não deixar o cidadão desassistido, mas com a reabertura do comércio vimos a necessidade de retomar o serviço tradicional, obedecendo as normas de segurança e higiene”, falou Samuca.
Via: O Dia

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