VOLTA REDONDA - Foi preso na tarde desta quarta-feira (2) um dos suspeitos de participação na morte de Jonathan Augusto, de 21 anos, baleado em um velório em Volta Redonda, no Sul do Rio de Janeiro
Segundo informações da Polícia Civil, ele é o homem que aparece em imagens, que circularam pelas redes sociais, atirando diversas vezes em direção ao jovem.
A polícia chegou até o suspeito após um trabalho de investigação. A ação aconteceu em uma casa, no bairro Vila Rica, em Três Poços. Segundo os agentes, ele tentou fugir pulando uma janela, acabou se ferindo e foi levado para o Hospital São João Batista.
Na ação, outras duas pessoas foram presas por envolvimento com o tráfico de drogas.
Entenda o caso
O crime aconteceu no Cemitério do bairro Retiro no dia nove de novembro. No momento em que foi baleado, Jonathan estava acompanhando o velório de Juan Pinheiro Barcello Orgal Ribeiro, que foi morto na frente da namorada em Barra Mansa.
Segundo a Polícia Militar, o autor dos disparos apareceu no local e "efetuou vários tiros" em direção à cerimônia. Um deles acertou a vítima.
O jovem chegou a ser socorrido e levado ainda com vida para o Hospital São João Batista, mas não resistiu.
Jovem viu namorado ser baleado
No dia anterior ao crime, Juan Pinheiro Barcello Orgal Ribeiro, de 28 anos, foi morto com um tiro na frente da namorada, no bairro Boa Sorte, em Barra Mansa.
De acordo com informações da polícia, eles estavam em um carro, próximo a um trailer, aguardando a entrega de um lanche.
A mulher, de 27 anos, contou aos policiais que estava deitada no ombro do namorado quando ouviu os disparos e viu os clarões na direção deles. Ela conseguiu sair do veículo e fugir para um lugar seguro.
Os suspeitos de particição na morte de Juan foram presos na quinta-feira (26), após um trabalho de investigação da Polícia Civil que identificou os envolvidos.
Na ação, outras cinco pessoas foram presas e três apreendidas durante o cumprimento dos mandados.
As investigações apontaram que eles fazem parte de um grupo criminoso envolvido com a venda de drogas em uma "boca de fumo" e utilizam "métodos de intimidação coletiva", inclusive com participação de menores.
Via: G1

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