Mesmo formados em outras áreas, eles se arriscaram e transformaram insatisfação ou necessidade em negócios de sucesso!
VOLTA REDONDA - Com a infinidade de profissões e setores que existem, ao questionar uma pessoa sobre qual profissão seguir, dificilmente ela responde "empreendedor". Entretanto, há quem aposte no ramo!
Essa transição para o empreendedorismo vem muitas vezes por insatisfação ou necessidade, como no caso do Bruno Souza. Ele trabalhava em alto mar, o que exigia que ficasse longe da família.
"Embarcado a gente fica 15 dias no mar e 15 dias em terra. Então, nesses 15 dias que a gente está no mar, a gente acaba perdendo muitas datas importantes" contou Bruno, inspetor dimensional que hoje empreende no ramo da construção civil.
A atitude de empreender vem de algo que é essencial para o sucesso de uma empresa: observar a demanda de mercado.
"A gente viu a oportunidade de estar trazendo a técnica do rapel para Volta Redonda e toda a região Sul Fluminense e está empreendendo aqui, vendo a necessidade dos prédios em manutenção" completou Bruno.
Há também quem conheceu o empreendedorismo quando pequeno, como a Adriana Oliveira, que ajudava a mãe vendendo doces e oferecendo serviços manuais. Apesar de ter cursado administração e optado pelo caminho da carteira assinada, acabou seguindo a veia empreendedora e buscou uma ideia de negócio que atendesse à vida que sonhava.
"Hoje em dia eu sou terapeuta holística. Como aconteceu para eu me envolver dentro dessa área? Uma necessidade pessoal! Eu percebi que já estava na hora de adotar isso como um projeto de vida, porque me faz muito bem e me faz feliz", explicou Adriana Oliveira.
Assim nascem os negócios e a empregabilidade! Mas como todo empreendedor, eles enfrentam todos os dias os desafios dessa jornada sempre com muita confiança na escolha que fizeram!
Via: O Dia

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