VOLTA REDONDA - A partir desta sexta-feira (16 de julho), a obra Hinterlândia é o Centro, escultura gigante que faz parte da campanha Rio de Mãos Dadas, do Sistema Fecomércio RJ (Sesc e Senac RJ), e está exposta no Espaço de Arte Zélia Arbex, em Volta Redonda, entrará na segunda fase da exposição, quando as mãos serão unidas.
A escultura de mais de dois metros de altura, feita em fibra de vidro e constituída por um par de mãos, foi instalada na última semana com as duas partes separadas. Nesta segunda fase da intervenção urbana, as mãos se juntam, representando a retomada de contatos, planos e afetos em 2021 – depois de um 2020 de privações e isolamento impostos pela pandemia do Covid-19.
A intervenção urbana itinerante da campanha Rio de Mãos Dadas pode ser vista nos municípios de Barra Mansa, Campos dos Goytacazes, Niterói, Nova Iguaçu, Nova Friburgo, Petrópolis, Teresópolis, Três Rios e Volta Redonda, até 24 de de julho, e em São João de Meriti até o dia 27.
Sobre a campanha Rio de Mãos Dadas
As obras integram a campanha Rio de Mãos Dadas, conjunto de iniciativas do Sistema Fecomércio RJ que inclui: intervenções urbanas, exposições itinerantes, maratonas virtuais, capacitações gratuitas em parceria com sindicatos, cursos adaptados ao “novo normal”, Prêmio Fecomércio de Cultura e uma Edição Especial do Prêmio Visão Consciente, para identificar e reconhecer empresas que fizeram a diferença em suas áreas de atuação e na sociedade.
Sobre a obra e a artista
Volta Redonda - Espaço de Arte Zélia Arbex - Rua Vinte e Três A - Vila Santa Cecília - Volta Redonda
Obra: HINTERLÂNDIA É O CENTRO
Conceito: "Com as cores da bandeira da cidade do Rio de Janeiro, usarei os nomes de diferentes bairros para comentar sobre zonas da cidade que até têm algum contato, mas nem sempre se encontram."
Material: pintura acrílica
Artista: Robnei Bonifácio - Formado em Gravura pela Escola de Belas Artes da UFRJ e mestre em Linguagens Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRJ, vive, trabalha e transita entre Rio e Nova Iguaçu. Em seu trabalho investiga maneiras de dialogar com espaço urbano por meio de desenhos, pinturas, propostas educativas e intersociais, abordando o subúrbio como território central para a produção de afetos.

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