terça-feira, 14 de junho de 2022

Trilha orientada é realizada na Pedreira da Voldac em Volta Redonda


Esta foi a terceira edição da atividade socioeducativa promovida pelo MEP

VOLTA REDONDA - A equipe socioambiental do Movimento Ética na Política de Volta Redonda (MEP-VR) realizou a terceira trilha orientada à Pedreira da Voldac. A ação ocorreu no último sábado, (11 de junho), dentro das programações do mês do Meio Ambiente.

Apesar do tempo nublado, cerca de 20 pessoas (previamente inscritas) participaram da atividade socioeducativa. Segundo o biólogo e subcoordenador da equipe ambiental do MEP-VR, mais da metade dos visitantes estavam no local pela primeira vez.

“Muito bom, o interesse também de novos visitantes em conhecer e valorizar o espaço público”, disse Michel Bastos, ao notar que entre os participantes, 70% não conheciam o local.

Durante a trilha de cerca de 1 km, os participantes receberam orientações sobre segurança, tipicidades da fauna e flora local e histórico da extração mineral e características geofísica da Pedreira. Eles foram orientados por biólogo, engenheira ambiental e historiador, ligados ao do MEP.

Equipe ambiental do Mep-VR realiza 3ª trilha orientada na Pedreira da Voldac 
Foto de Divulgação/ MEP-VR

O encantamento das pessoas com o cenário provocou reações dos participantes, como conta a professora na cidade de Barra Mansa, Ana Luísa Portugal.

“Estar aqui dá uma sensação de respiro ecológico. Tem verde, tem vida ao nosso redor, tem gente trabalhando, isto é maravilhoso! Penso que o este espaço público nos pertence, devemos pensar como espaço de criação e recriação. O fato de saber que este espaço em Volta Redonda em meio ao cinza tem vida, e resiste”, comentou a professora.

A estudante do 8º período de engenharia ambiental, Sabrina Arantes, ligada ao MEP, também atuou como orientadora da trilha.

“Não canso de dizer, o local continua exuberante e exige de todos cuidados. Há notícia que a SMMA já estaria na fase final de definição do projeto apresentado pelo MEP para transformar a área em Monumento Natural, Área de Proteção Permanente. É animador ver a mobilização cívico-ambiental das pessoas, e também o interesse em atentar para a preservação, buscando conhecimento e valorizando diferentes aspectos dos ambientes e suas conexões”, falou Sabrina.

Já o estudante do MEP, Arthur de Oliveira, lamentou o fato de encontrar algumas garrafas pet no caminho da trilha.

“Vi que ainda jogam plástico no local. Lamentável, precisamos lembrar que demora mais de 500 anos para se decompor”, destacou o aluno.

Via: O Dia

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